O Jogo da Vida, criado pelo matemático britânico John Horton Conway em 1970, é um autômato celular que simula a evolução de um sistema baseado em regras simples. Apesar de sua simplicidade, o Jogo da Vida é Turing completo, o que significa que pode simular qualquer algoritmo computável.
Regras:
O jogo se desenrola em uma grade bidimensional infinita de células. Cada célula pode estar em um de dois estados: viva ou morta. A cada passo (geração), o estado de cada célula evolui de acordo com as seguintes regras, baseadas no número de células vizinhas vivas (as oito células adjacentes):
Funcionamento:
As regras são aplicadas simultaneamente a todas as células da grade. Isso significa que o novo estado de uma célula depende do estado da grade anterior. A partir de uma configuração inicial de células vivas e mortas, o jogo evolui geração após geração, seguindo essas regras.
Padrões:
No Jogo da Vida, certos padrões de células exibem comportamentos interessantes e recorrentes:
Aplicações e Significado:
Embora seja um jogo, o Jogo da Vida demonstra princípios fundamentais da teoria dos autômatos e da complexidade emergente. Ele é usado como modelo para estudar sistemas complexos em diversas áreas, como biologia, física, e ciência da computação. Sua capacidade de gerar padrões complexos a partir de regras simples demonstra como a ordem pode surgir do caos.
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